Prefeito de Itagibá se manifesta após operação da Polícia Civil que investiga contratos
Na Bahia, o prefeiro, Marcos Barreto, conhecido como Marquinhos, afirmou que procedimentos questionados foram anulados e nova licitação foi realizada.
Prefeito de Itagibá se manifesta após operação da Polícia Civil que investiga contratos . Foto: Redes sociais. O prefeito de Itagibá, no território do Médio Rio das Contas, no interior da Bahia, Marcos Barreto, se manifestou sobre a Operação Carta Marcada, deflagrada pela Polícia Civil da Bahia. A ação, que investiga supostas irregularidades em contratos de serviços entre a prefeitura e empresas privadas, ocorreu no último dia 27 de janeiro.
Em publicação em seu perfil pessoal no Instagram, nesta terça-feira(03Fev26) o gestor, conhecido como Marquinhos, afirmou que o município foi alvo de uma operação de grande proporção para apurar fatos que, segundo ele, já haviam sido formalmente comunicados ao Ministério Público. De acordo com o prefeito, os procedimentos questionados teriam sido anulados anteriormente, com a realização de nova licitação dentro dos trâmites legais.

Na manifestação, Marquinhos criticou a forma como a ação foi conduzida, dizendo que gerou constrangimentos a servidores, cidadãos e familiares.
“A gestão municipal reforça que não compactua com qualquer tentativa de criminalização indevida de cidadãos, nem com tratamentos desrespeitosos a servidores públicos”, escreveu.
O prefeito também afirmou que a administração seguirá colaborando com as autoridades para o esclarecimento dos fatos.
A Operação Carta Marcada, conforme a Polícia Civil, investiga um suposto esquema criminoso estruturado voltado à execução irregular de contratos de prestação de serviços firmados entre a Prefeitura de Itagibá e empresas privadas. As apurações apontam indícios de direcionamento contratual e de contratações reiteradas com base em inexigibilidade de licitação, em possível violação à legislação vigente.
Ao todo, foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão nos municípios de Itagibá (7), Dário Meira (4), Ipiaú (3) e Jequié (1). As ordens judiciais também determinaram o afastamento de dois servidores públicos municipais, entre eles um secretário e uma servidora da Controladoria do Município, além do bloqueio de aproximadamente R$ 2 milhões em bens e valores de cada investigado.
Segundo a corporação, as investigações indicam a atuação coordenada entre agentes públicos e representantes de duas empresas privadas de consultoria, com divisão de tarefas, estabilidade e mecanismos voltados à ocultação e ao desvio de recursos públicos oriundos de contratos supostamente superfaturados.
A operação contou com a participação de cerca de 60 policiais civis e foi conduzida pelo Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DRACO), por meio da Delegacia de Combate à Corrupção (DECCOR). Durante as ações, foram apreendidos aparelhos celulares, documentos, computadores e cerca de R$ 70 mil em espécie. Todo o material será periciado e as investigações seguem em andamento.
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Foto: Redes sociais.
Fonte: BomFm com informações da PCBA e do perfil oficial do prefeito.
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