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Governo da Bahia promove diversidade literária na Bienal do Livro 2026; evento segue até 21 de abril

Com mais de 200 profissionais entre escritores, quadrinistas e cordelistas, programação inclui literatura indígena, saraus, debates sobre fake news e espaço infantil; evento acontece no Centro de Convenções de Salvador.

Fonte: Portal BomFm com informações do GOVBA.
Governo da Bahia promove diversidade literária na Bienal do Livro 2026; evento segue até 21 de abril Governo da Bahia promove diversidade literária na Bienal do Livro 2026; evento segue até 21 de abrilFoto: Amanda Ercília / GOVBA.

A Bienal do Livro Bahia 2026, que começou na última quarta-feira (15Abr26) e segue até a próxima terça-feira (21Abr26), consolidou Salvador como a capital brasileira da literatura. Com o tema "Bahia: identidade que ecoa nos quatro cantos do mundo", o evento reúne no Centro de Convenções da capital uma programação que abrange desde a literatura indígena e saraus até debates sobre os desafios da era digital .

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O Governo do Estado garante a participação de mais de 200 profissionais, entre escritores, quadrinistas, cordelistas e mediadores. As ações estão espalhadas em quatro espaços do evento: Auditório Vozes da Bahia, Café Literário, Estande do Governo e Espaço Infantil .

Vale-livro de R$ 1,5 milhão para estudantes.

Para garantir que a juventude baiana tenha acesso pleno e ativo à cultura, o Governo do Estado destinou R$ 1,5 milhão em vales-livros, um investimento que contempla tanto estudantes quanto professores da rede pública. Mais de dez mil alunos de 250 escolas estaduais estão participando do evento .

O benefício consiste em um crédito de até R$ 100, disponibilizado aos alunos durante a Bienal, que pode ser utilizado na compra de livros, permitindo que cada estudante escolha as obras de seu interesse .

"Aqui a gente concentra e dá visibilidade, traz as obras para estudantes e professores, garantindo o acesso por meio do vale-livro, o que é uma grande celebração. Há algum tempo, o livro era uma exclusividade dos mais ricos. Hoje, a gente trabalha essa popularização", afirmou o assessor especial da Secretaria da Educação, Manoel Calazans .

O que diz o governador?

O governador Jerônimo Rodrigues participou da abertura do evento na quarta-feira (15) e destacou a importância da Bienal para o fortalecimento da cultura e da educação no estado.

"A Bienal é um momento de geração de emprego e renda, tanto na produção quanto na comercialização de livros. E o tema da nossa história e da nossa identidade vai ser refletido, tanto para nós mesmos quanto para o mundo", afirmou .

"As pessoas têm direito não só a um prato de comida e a uma habitação, mas também precisam ter acesso à leitura e educação de qualidade", completou o governador em seu discurso .

O que diz o secretário de Cultura?

O secretário estadual de Cultura, Bruno Monteiro, celebrou o início da Bienal e destacou que a Bahia vem se firmando como polo de realização de grandes eventos.

"Isso fica evidente, como já mostramos no Carnaval, no São João, na Bienal e nas feiras literárias, revelando nossa capacidade e versatilidade de acolher, receber e realizar eventos de diferentes portes", pontuou .

"É com muita satisfação que a Bahia, estado que mais investe em eventos literários no Brasil, abre hoje a maior edição da Bienal do Livro, tornando-se, até o próximo dia 21, a capital brasileira da literatura", afirmou .

O secretário também destacou o impacto do evento na economia criativa. "Esse movimento também contribui para divulgar ainda mais o potencial que a Bahia tem. Queremos sempre receber, acolher e realizar novos eventos — grandes, mas também médios — porque tudo isso, além de promover grande circulação, fortalece a economia criativa como um polo essencial para o desenvolvimento econômico e para a geração de emprego e renda no nosso estado" .

Auditório Vozes da Bahia: 84 autores selecionados.

No Auditório Vozes da Bahia, a força da literatura local será valorizada com talentos reconhecidos pela atuação no estado, como Bruno Santana, Lorena Ribeiro, Ana Fátima, Dan Borges, Maviael Melo, Ana Paula Bispo, Kuma França, Daniel Cesart, Ane Kethleen, Maria Ávila, Sueli Valeriano, Roberta Gurriti, Emília Nuñez e Renata Ettinger .

A iniciativa é resultado do Edital Vozes da Bahia, que selecionou 84 autores e autoras de todo o estado para mostrarem seu talento na Bienal. As apresentações acontecerão em formato de palestras, com mediação de nomes de destaque da literatura baiana .

O auditório também será palco para a Academia de Letras da Bahia (ALB), que discutirá os dilemas da literatura local, e para coletivos como o Raiz Livraria, que apresentará "A história por trás da história". A diversidade feminina ganha foco especial com o lançamento da coletânea "Vozes femininas" e participação da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB-BA) .

Café Literário: debates sobre fake news e literatura.

No Café Literário, o público pode esperar debates potentes, a exemplo da mesa "Festas, feiras e festivais literários", com Ricardo Ishmael e Bárbara Carine, e mediação do diretor-geral da Fundação Pedro Calmon, Sandro Magalhães .

No dia 16 de abril, às 14h, aconteceu a mesa "Sobrevivência intelectual na era das Fake News", com Jean Wyllys, Midiã Noelle, Emiliano José e mediação de Tarsila Alvarindo .

Espaço Infantil: literatura para as infâncias.

O Espaço Infantil é um convite às crianças e suas famílias para uma jornada lúdica que une a riqueza da ancestralidade à magia da literatura contemporânea. Com uma curadoria diversa, a programação destaca apresentações performáticas de contos indígenas, narrativas musicais como as aventuras de um marinheiro em ilhas mágicas baianas e atividades focadas no desenvolvimento da primeira infância, como a Turma da Jaquinha .

Literatura indígena: resistência e celebração.

Para debater a produção literária conectada com realidades e lutas dos povos originários, entrelaçando a ancestralidade com a literatura contemporânea, no dia 21 de abril, às 13h30, a Bienal recebe o encontro "Literatura Indígena: Textos, contextos e sarau" .

A atividade reúne vozes fundamentais como o Cacique Juvenal Payayá, Ademario Payayá, Ezequiel Vitor Tuxá, Casé Angatu e Ane Kethleen Pataxó, em um espaço vital de celebração e resistência através das palavras .

Estande do Governo: produção estudantil e de professores.

Outro ponto de troca de saberes no evento é o estande do Governo da Bahia, que terá atividades para todos os públicos, principalmente para os estudantes, que poderão trocar experiências com cordelistas, quadrinistas, editoras universitárias, professores, escritores e muitos outros profissionais das letras .

A Secretaria de Educação (SEC) participa ativamente com o espaço "Deixa eu falar", que promove apresentações artísticas, recitais de poesia e divulgação de livros escritos pelos próprios alunos e professores da rede, além de contar com um dispositivo para a criação de poesia utilizando inteligência artificial .

O que diz o diretor da Fundação Pedro Calmon?

"A presença do Governo da Bahia na Bienal reafirma nosso compromisso com a democratização do livro e da leitura e com a formação de novos leitores. Estamos trazendo cordelistas, quadrinistas e editoras baianas para o centro da cena, valorizando quem produz cultura nos territórios, além de dar visibilidade à produção literária de estudantes e professores da rede pública. É uma ação que fortalece a cadeia do livro e amplia o acesso à nossa diversidade literária", destaca o diretor-geral da Fundação Pedro Calmon, Sandro Magalhães .

Serviço.

Evento: Bienal do Livro Bahia 2026

Data: Até 21 de abril de 2026

Horário: 9h às 21h

Local: Centro de Convenções de Salvador

Ingressos: Bilheteria do evento, stands do Salvador Shopping e Shopping Ponto 7, ou online no site da Ticketmaster

Perguntas frequentes:

A Bienal do Livro Bahia 2026 é gratuita?

A entrada é paga, mas estudantes da rede pública têm acesso garantido por meio do vale-livro de R$ 100 fornecido pelo Governo do Estado .

Onde acontece a Bienal?

No Centro de Convenções de Salvador, localizado na Boca do Rio.

Até quando vai a programação?

A Bienal segue até o dia 21 de abril de 2026 .

Haverá programação infantil?

Sim. O Espaço Infantil conta com contação de histórias indígenas, narrativas musicais e atividades lúdicas para crianças e famílias .

Espaço para manifestação.

O Portal BomFm está à disposição da organização do evento e das autoridades para repercutir os desdobramentos da programação.


Foto: Amanda Ercília / GOVBA.

Fonte: Portal BomFm com informações do GOVBA.

BomFm | Jornalismo, informação e interesse público.

Tags: BomFm, Bahia, Salvador, Bienal do Livro 2026, Cultura, Literatura, Governo da Bahia, Secult-BA, SEC, Jerônimo Rodrigues, Vale-Livro, Educação, Jornalismo, Informação, Google News.

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